Neste mês de setembro, nosso CEO, Sergio Campitelli, levará a sua experiência no setor do luto para outros espaços e públicos. Veja abaixo o que Sergio diz sobre o conteúdo de suas palestras:

Fui convidado pelo Velar São Paulo para falar com os profissionais que estão diariamente na linha de frente do acolhimento ao luto.
Motoristas que conduzem veículos, mas que, muitas vezes, também conduzem momentos delicados, histórias e despedidas.
E esse convite me fez voltar no tempo. Aos 12 anos, no meu primeiro trabalho, eu montava bicicletas no Magazine Luiza. Mas havia algo que eu fazia questão de fazer: não deixar uma criança ir embora sem aprender a andar.
Hoje, tantos anos depois, percebo que talvez eu já tivesse aprendido, sem saber, uma das coisas mais importantes da minha vida: não basta entregar. É preciso cuidar.
É sobre isso que vamos conversar. Sobre o que existe além do volante. Sobre entender que uma remoção é técnica, mas o momento é humano.
Sobre acolher sem invadir.
Sobre fazer certo porque fazer certo também é cuidar.
Sobre propósito.
Sobre responsabilidade.
Sobre aquilo que fica depois que a gente vai embora.
Porque, no fim, talvez a gente não esteja simplesmente levando alguém. Estamos levando alguém para alguém. E é uma responsabilidade que merece técnica, respeito, atenção e, acima de tudo, humanidade.
Nos dias 1º e 2 de setembro, estarei com o time do Velar São Paulo para essa conversa. Além do Volante.
Uma reflexão sobre aquilo que realmente nos move.

Dia 8 de setembro, eu vou estar na TOTVS, em São Paulo, para uma conversa que, para mim, representa muito mais do que um evento. Vou participar do Service Day, ao lado de profissionais que admiro e que também estão ajudando a transformar o mercado de Deathcare.
E eu quero levar para esse encontro uma provocação: O nosso setor não pode cuidar apenas dos processos. Precisa continuar cuidando de pessoas. Tecnologia, gestão e inovação são fundamentais. Mas, quando falamos de funerárias, cemitérios, crematórios, planos funerários e negócios pet, existe algo que nenhuma tecnologia substitui: a capacidade humana de acolher.
Nós trabalhamos com momentos em que as pessoas estão mais vulneráveis. E isso exige muito mais do que eficiência. Exige preparo, liderança, sensibilidade. E exige que o nosso mercado esteja disposto a evoluir.
No dia 8 de setembro, quero compartilhar experiências, provocar reflexões e, principalmente, aprender também com quem estará comigo nessa jornada.
Porque acredito que o futuro do Deathcare será construído quando conseguirmos unir tecnologia, gestão e humanidade.
Nos encontramos no Service Day, na TOTVS, em São Paulo.
Dia 8 de setembro.
Eu estarei lá.
E espero encontrar você também. INSCREVA-SE: https://eventos.totvs.com/event/services-day-2026